Páginas

Mostrando postagens com marcador LOJA DE VINYL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LOJA DE VINYL. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

XXI O SECULO DA TECNOLOGIA - este e o novo millenium.....

Acessório toca vinil no computador

Por Época NEGÓCIOS Online

Equipamento com ligação USB é portátil e pode ser apoiado em qualquer superfície plana

Na era em que os computadores conseguem armazenar e baixar centenas de músicas em MP3, um designer resolveu apostar que os PCs podem ser usados para tocar os antigos discos de vinil.
 
O americano Charlie Pyott elaborou o Linos, uma espécie de “braço” mecânico que se conecta ao computador por USB e lê qualquer tipo de disco.
O acessório pode ser apoiado em qualquer superfície plana e o disco que será lido é colocado no centro do equipamento. O tamanho é ajustável, ou seja, serve para ler tanto os vinis quanto os ainda mais antigos “discos bolachão”.
 O som lido pela agulha do aparelho é enviado direto para o computador – uma chance de digitalizar músicas que já não são mais encontradas facilmente.  
O conceito ainda é apenas um protótipo e não está a venda.

link: Linos -2 · 3 · 1.

www.pyottdesign.com/linos/

*****************************************************************************
Holografia guarda 100 DVDs em um só disco

Por Época NEGÓCIOS Online

Empresa pesquisa o uso de discos holográficos para armazenar alto volume de dados

Já pensou em armazenar o conteúdo de 100 DVDs em apenas uma mídia do mesmo tamanho? Em breve, essa tecnologia estará disponível. A General Electric está pesquisando o uso da holografia para armazenar os dados.
Com ajuda dessa tecnologia, as informações são codificadas em padrões de luz que ficam guardadas em um material sensível à luz.
Os hologramas funcionam como pequenos espelhos que refletem padrões de luz quando o laser se projeta sobre eles. A tecnologia permite armazenar um volume muito maior de dados que discos ópticos, como o DVD e até mesmo o mais avançado Blu-ray. Em sua pesquisa, a GE começou a desenvolver uma tecnologia que usa hologramas mais simples e menores, o que pode reduzir o preço dos sistemas. Com a tecnologia pesquisada pela GE, discos de dimensões iguais às de um CD podem guardar até 500 GB – hoje os discos de Blu-Ray armazenam 25GB ou 50GB (em duas faces) e os DVDs chegam a no máximo 8,5GB.  A empresa deve apresentar a tecnologia na conferência de mídias óticas em Orlando, no próximo mês. A ideia da corporação é apresentar para estúdios de cinema, redes de TV, pesquisadores e hospitais, que precisam armazenar grandes volumes de dados. A tecnologia está ainda em teste, mas a empresa InPhase Technologies estuda oferecer comercialmente ainda neste ano um sistema de armazenamento holográfico. A solução deverá custar em torno de US$ 18 mil.

InPhase Technologies -Inphase Technologies' Tapestry™ 300r Holographic Storage Product Is Named “Best Of What's New” By Popular Science Magazine ...   www.inphase-technologies.com/ -

*****************************************************************
"E estamos no seculo XXI, um mundo novo de possibilidades espero poder ver algumas em funcionamento. Nesta era digital o que eu mais gosto e que hoje podemos ver imagens de épocas relacionada a musica que antes era muito difíscio e de ma qualidade. com os nosso venho VHS, quem e que não teve sua coleção de shows. agora fico muito mais fácil não acham."(LW)
********************************************************

quarta-feira, 25 de março de 2009

VINYL - Discos de vinil: mercado em expansão


Vinil sobrevive apesar da onipresença do CD
Autor: Benjamin Braden
Revisão: Simone de Mello


No passado, eles eram populares em todo o mundo. Hoje, os discos de vinil só conseguem sobreviver graças a um nicho especial do mercado.


"O fato de este disco ter sido prensado aqui é o melhor exemplo do renascimento do vinil", diz Holger Neumann, presidente da empresa Pallas, ao apontar a capa de um LP de Diana Ross em seus melhores tempos.
A Pallas, uma empresa familiar localizada na pequena cidade de Deipholz, no estado da Baixa Saxônia, fabrica discos de vinil há mais de 60 anos. Neumann afirma que o trabalho ali não é movido pela nostalgia dos velhos tempos. Ele confirma que hoje ainda é possível ganhar dinheiro produzindo discos de vinil, mesmo que os valores nem se comparem aos do mercado do CD.
Boom em pequena escala
Bildunterschrift:O que mantém a Pallas, na verdade, é um estabelecimento situado do outro lado da rua, onde são prensados CDs. O departamento de vinil contribui apenas com 10% do faturamento total da empresa.
A Pallas é uma das últimas grandes fábricas de discos de vinil do mundo. Na Europa, esse nicho do mercado é compartilhado por apenas cinco empresas, num segmento que se recuperou um pouco nos anos 1990, após o choque do advento do CD nos anos 1980.
Hoje, pode-se falar até mesmo de um pequeno boom do vinil, mesmo que em baixa escala. Em 2007, foram comercializados seis milhões de discos de vinil em todo o mundo, o dobro do ano anterior. Na Alemanha, foram 700 mil discos vendidos, 100 mil mais do que em 2006. Embora sejam números míseros em relação ao setor de CDs, a Pallas supre, no momento, uma demanda considerável.
"Estou convencido de que vamos continuar produzindo vinis nos próximos seis ou oito anos", diz Neumann. Há duas décadas, uma frase como essa teria parecido absurda, pois naquele momento a Pallas estava exatamente inaugurando sua nova fábrica de CDs. Em relação ao maquinário de fabricação dos LPs, restava a pergunta no ar: deixamos aí ou mandamos para o ferro-velho? "Não tínhamos bem certeza, devo confessar", diz Neumann.
Compradores de vinil
No fim, acabou valendo o instinto dos donos da empresa, "que dizia que deveríamos deixar as máquinas aqui". Hoje, a sensação é a de que essa foi uma decisão certa. Um terço dos 140 funcionários da Pallas trabalham na produção de vinis.
Recentemente foi produzido, por exemplo, o primeiro álbum solo da Diana Ross, de 1970. Enquanto uma máquina esfria, as outras já estão trabalhando nas próximas encomendas. Cada uma delas fabrica dois LPs por minuto, o que permite à Pallas produzir 10 mil discos por dia.
Mas produzir para quem? Kai Seemann, gerente da Speakers Corner Records, localizada em Gettorf, nas proximidades de Kiel, é um especialista na reedição de discos desaparecidos há muito do mercado.
"Quem compra discos são pessoas que cresceram com o vinil e não conseguem deixar isso de lado. Ou jovens, para quem um LP é uma coisa nova. Não um CD sem vida, não uma música baixada da internet, mas algo concreto", descreve Seemann. O ano de 2008 foi o melhor para sua empresa, que vendeu 50 mil discos, atingindo um faturamento de 1,3 milhão de euros.
Controle microscópico
Seemann, um dos clientes assíduos da Pallas, foi quem encomendou o LP de Diana Ross. Para ele, a qualidade vale mais que o preço. E a Pallas é uma das fabricantes de vinil com os melhores padrões de qualidade do mundo, garante ele.
Para fazer jus à fama, os funcionários da empresa de Diepholz fazem de tudo. O controle de qualidade é rígido. Um processo dispendioso e detalhado, considerando o longo processo desde as gravações de som no estúdio, passando pela prensa metálica, até chegar ao disco pronto.
Udo Karduck, responsável pelo controle do sulco do vinil, é uma das pessoas-chave para a qualidade do produto final. O sulco é considerado o cérebro do disco. A cada dia, Karduck ouve o vinil que produz com um tocador especial e ainda utiliza um microscópio.
Sua meta não é ouvir sons agradáveis, mas sim detectar desníveis, poeira ou qualquer crepitação indesejada. Ao descobrir um defeito no vinil, Karduck utiliza uma caneta para marcar a posição e gira o microscópio sobre o lugar exato. Com um buril, ele limpa o sulco do disco no ponto marcado. Tudo isso com muito cuidado, pois qualquer movimento em falso pode arranhar o sulco e comprometer a perfeição do disco que chega ao consumidor.
*****************************************************************************

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

LOJAS DE VINYL - A volta do vinil,venda de LPs e toca-discos crescem


LOJAS DE VINYL

Enquanto as vendas de CD continuam em declínio e MP3s são trocados sem barreiras, o antes "jogado às traças" LP está ensaiando seu retorno. As informações são da edição de junho da revista "Rolling Stone" americana.

Em 2007, de acordo com uma pesquisa da Nielsen SoundScan - instituição que monitora a movimentação da indústria fonográfica -, cerca de um milhão de LPs foram comprados, contra 858 mil em 2006. Baseado nas vendas de 2008 até agora, esse número pode subir para 1,6 milhão até o fim do ano. Enquanto isso, segundo a Associação da Indústria Fonográfica da América, o consumo do CD caiu 17,5% durante o mesmo período. As vendas de toca-discos - que despencaram de 1,8 milhões em 1989 para parcos 275 mil em 2006, de acordo com Associação de Consumo de Eletrônicos - sofreram uma reviravolta no ano passado, quando quase meio milhão foram vendidos.

Do disco "Magic" de Bruce Springsteen e do "Consolers of the Lonely" do grupo Raconteurs, até "Jukebox" de Cat Power e "Third" do Portishead, agora é possível comprar versões em vinil de vários grandes lançamentos. E os artistas estão fazendo sua preferência pelo vinil ser conhecida.

Antes do lançamento de "Consolers", o Raconteurs anunciou que "recomenda ouvi-lo em vinil". Em abril, o disco "Momofuku", de Elvis Costello and the Imposters foi lançado primeiro em LP, apesar de incluir um cupom para download digital gratuito (a versão em CD chegou às lojas semanas depois).

- É uma revolução? Não. Mas nossas crenças foram um pouco renovadas, sem mencionar que fizemos um pouco mais de dinheiro. É difícil fazer isso na indústria hoje em dia - conta Luke Lewis, presidente do selo de Costello, Lost Highway.

"
É uma revolução? Não. Mas nossas crenças foram um pouco renovadas, sem mencionar que fizemos um pouco mais de dinheiro. É difícil fazer isso na indústria hoje em dia
"
--------------------------------------------------------------------------------
- Todo mundo considera que o ano passado foi um divisor de águas - diz à "Rolling Stone" Cris Ashworth, dono da United Record Pressing, a fábrica de LPs de Nashville que é uma das maiores dos Estados Unidos e uma das poucas que restaram (cerca de uma dúzia existe hoje, quase duas vezes menos das que havia nos anos 80).

Quando entrou no ramo em 1989, Ashworth lucrou pouco mais de US$ 1 milhão e mal tinha dez empregados. Hoje, ele emprega mais de 50 pessoas e os lucros mais que quadruplicaram, graças a uma avalanche de trabalhos que incluem o LP de Costello, além dos discos "Year Zero", do Nine Inch Nails, "Easy Tiger", de Ryan Adams, e produtos de gravadoras independentes.

- Meu filho esteve muito preocupado por dez anos. Ele meio que olhava para mim, balançava a cabeça e dizia "Pai, você não tem vida". Agora ele diz "Bem, talvez papai seja um pouco mais esperto do que eu pensava" - conta Ashworth.

Mesmo com o aumento de sua participação, o vinil continua sendo um mercado de nicho. A maioria dos lançamentos, independentes ou de grandes gravadoras, vende entre 2 mil e 10 mil cópias; "bestsellers" recentes incluem "In rainbows", do Radiohead (13 mil), e "Blonde on Blonde reissue", de Bob Dylan, lançado em 2004 (25 mil). As possibilidades de crescimento futuro são limitadas:

- Definitivamente existe um teto - conta o gerente geral do selo Matador, Patrick Amory.

Graças ao aumento no preço do petróleo (matéria-prima para a confecção do vinil, e os LPs são distribuídos por caminhão) e a escassez de fábricas, um LP pode custar até US$ 4,50 por unidade para ser fabricado, comparado ao custo de menos de US$ 1 por um CD.

Apesar dos avanços tecnológicos (como o CD) terem prejudicado seriamente o LP, as novas tecnologias têm sua parte no ressurgimento das bolachas de vinil. LPs antigos podem ser convertidos para MP3 graças a novos equipamentos de toca-discos equipados com portas USB. A empresa Numark, uma das maiores fabricantes desses modelos, desenvolveu os produtos para DJs de boates e se surpreendeu com o sucesso também entre os consumidores comuns: a companhia recentemente vendeu o toca-discos de número 1 milhão.

--------------------------------------------------------------------------------
O que também colabora com a volta do vinil é a crescente desilusão com o som do CD e do MP3. O CD é há muito tempo conhecido por seu áudio límpido mas excessivamente "magro" (e às vezes metálico). "Com o vinil, a variação vai de precisa a cheia" quando a questão é reproduzir o material da fonte original, explica o renomado engenheiro de masterização Bob Ludwig, que trabalhou com nomes que vão de Bruce Springsteen a Nirvana.

- Com o meio digital, é totalmente o oposto: de precisa a "magra". Essa "magreza" no meio digital é um som que nossos ouvidos parecem não gostar muito, enquanto as pessoas não parecem se importar com a leve perda de agudos que você pode ter com o vinil - conta Ludwig, que como a maioria, separa as sessões de masterização para CDs e LPs.

A compressão de áudio ouvida nos MP3s apenas exacerbou a tendência de degradação do áudio.

- Ela pega 90% da música e basicamente joga tudo fora - diz Ludwig - Ela pega a parte ruim do áudio digital e o torna ainda pior - conclui.

Levando em consideração que um disco é prensado sob condições ideais e tocado em um sistema de alta capacidade, o vinil pode restaurar algumas propriedades perdidas do som.

Mas também há um lado menos técnico por trás da mini-renascença do vinil. Seja inspecionando a agulha do toca-discos em busca de poeira ou tendo que mudar o lado do disco, LPs exigem atenção. E para um pequeno, mas crescente, grupo, essas exigências não são uma chateação.

- Não há nada como colocar a agulha em um disco rodando - diz a cantora country Shelby Lynne - Você tem seu vinil, seus amigos, e enquanto um disco toca, eles vão escolhendo um outro. Nós não estamos dando valor à música porque é muito fácil apertar um botão. Quero dizer, pôxa, música deveria ser divertida - conclui.(materia O GLOBO-)



Estes são links para compra de vinyl:
http://www.prex.com/intro.html - .
http://www.soundstagedirect.com/
http://www.amoeba.com/store-locations/index.html#berkeley
http://store.acousticsounds.com/
***************************************************************************